Sinto como se estivesse caindo em um abismo. Liderado por emoçoes que preenchem o meu ser. Por inteiro;por completo. Primeiro a verdade: um contato interior e inexplicável. Percebi o quanto a minha vida é verdadeira e não existe apenas uma palavra que possa descrevê-la, meu coração se esvazia de desejos e se enche de lembranças.
Em segundo a felicidade: Uma palavra comprida criada por alguém em algum lugar desse mundo. A mesma palavra que gera buscas incessantes dentro de cada um que geralmente acabam esquecendo que a felicidade não é um destino, mas sim um caminho. E ele só pode ser trilhado por nós mesmos. A cada pequeno passo e pequenos gestos.
Logo depois vem a liberdade: Nada melhor do que poder escolher entre o sim e o não. Entre o agora e o depois. Nada mais libertador do que dançar a sua música preferida a noite toda e esquecer que através das notas musicais existe uma vida cheia de responsabilidades, problemas e medos. A liberdade vem para acalmar, acolher a nós mesmos...Como se existisse uma espécie de ser que nos abraça e a gente sente, mas não vemos. Posso dizer que a sensação de ser livre é como mergulhar em uma piscina gelada num dia de sol. Simples, porém inesquecível.
A junção dos ''ade'' me faz ser tola o suficiente para perguntar ''quem sou eu?''. Essa pergunta me provoca um pouco de necessidade, devo admitir. E como satisfazer essa necessidade? Falo de mim, da pessoa que sorri para os outros na rua e ninguém responde ao sorriso porque nem ao menos olham. Sensação estranha. Me pergunto se eu deveria caminhar à frente do meu tempo e fazer logo um final. Acontece que nem eu mesma sei como isso tudo terminará. Acho que devo caminhar passo a passo de acordo com um tempo determinado por horas...

Nenhum comentário:
Postar um comentário